Ela cruza o mundo sem olhar pra trás. No volante um sorriso debochado. O motor ronca a cidade estremece. Esta chegando a rainha do asfalto. Cabelos ao vento, olhos de tempestade. O Maverique rugindo como fera indomada. Deixando rastro de fogo na estrada. Corações partidos, na rota abandonada. Ninguém pode domar! A estrada é sua casa! Os homens que ousam sonhar. Só encontram sofrimento e lagrima. Ela acelera sem dó, sem medo. A rainha da estrada não para! Entre curvas e luzes que cegam. Seu amor é uma lenda rara. Passa rápido, quase um furacão. No retrovisor, só poeira e saudade. Cada farol que se apaga na noite. Mais um amor que perdeu validade. O motor canta sua melodia. Uma sinfonia de velocidade e paixão. O asfalto se curva aos seus pés. Ninguém segura seu coração. Ninguém pode domar essa maquina! A estrada é sua casa. E os homens que ousam sonhar. Só encontram sofrimento e lagrimas Ela acelera sem dó, sem medo. A rainha da estrada não para. Entre curvas e luzes que cegam. Seu amor é uma lenda rara. Cada quilômetro é um adeus. Cada curva, uma promessa vazia. Mas no brilho dos seus faróis. Ainda há quem veja poesia. Ninguém pode domar a rainha! A estrada é sua casa! E os homens que ousam sonhar. Só encontram sofrimento e lagrimas Ela acelera sem dó, sem medo. A rainha da estrada não para. Entre curvas e luzes que cegam. Seu amor é só uma lenda rara.