[Introdução o piano entra triste e solitário e as cordas entram lentamente] (Verso 1) Cortei o cabelo para mudar o que penso Tranquei a janela, mas o ar ficou denso Eu juro que odeio toda essa rotina Mas sinto pavor se o controle termina. Eu digo "tanto faz" querendo que você fique E crio tempestade num copo de conhaque.
(Verso 2) Confesso: eu guardo segredos que já nem importam E fecho as saídas enquanto as pessoas me buscam. Reclamo do barulho e da pressa do mundo Mas se o silêncio chega, eu me afogo no fundo. Eu quero a liberdade de um pássaro em voo Mas volto pro ninho que eu mesmo quebrei. (Refrão) Eu sou a resposta que ninguém perguntou O calor do inverno que o gelo queimou. Me confesso culpado de não ser um só No jogo dos erros, eu sou o pior. Quero o desapego, mas prendo nos nós E grito bem alto com medo da voz.
(Verso 3) Gastei o dinheiro que eu nem tinha ganho Pra ter um status que eu acho estranho. Postei uma foto sorrindo pro vento Enquanto por dentro mordia o lamento. Eu busco a verdade na boca dos outros Sabendo que somos apenas garotos. (Ponte) E a maior contradição que eu carrego no peito: É querer que me aceitem sem que eu me aceite. É pedir por perdão sem saber perdoar É querer ir embora... morrendo de vontade de ficar.
(Refrão) Eu sou a resposta que ninguém perguntou O calor do inverno que o gelo queimou. Me confesso culpado de não ser um só No jogo dos erros, eu sou o pior. Quero o desapego, mas prendo nos nós E grito bem alto com medo da voz.
(Outro / Final) Minha confissão é essa bagunça. Um sim que hesita, um não que recua. Sou santo e profano na mesma calçada. Sou tudo... E, às vezes, sou nada.
Style of Music
Ritmo balada romantica estilo anos 70/80, crescendo emocional