Lyrics
[Intro]
Quando a última janela se apaga,
a mata prende a respiração.
[Verse 1]
Dois olhos acendem entre os troncos,
um corpo negro engole o luar.
A bocarra abre sem um som,raços compridos vêm procurar.
[Pre-Chorus]
Duas caudas riscam a folhagem,
inguém consegue ver pra onde vai.
Se ouviu seu nome atrás da porta,
ão olhe — corra — tarde demais.
[Chorus]
O Pesadelo, predador do escuro, areja o medo, conhece o caminho.
O Pesadelo, enorme e sem rosto,
a noite fecha — você está sozinho.
[Verse 2]
Passos pesados, galhos partidos,
a rua inteira se cala ao passar.
Uma sombra cobre o telhado,
seus braços descem para alcançar.
[Pre-Chorus]
Duas caudas varrem o chão,rilham os olhos no breu profundo.
Tranque a janela, apague a chama,
inguém vai ouvir seu grito no mundo.
[Chorus]
O Pesadelo, predador do escuro, areja o medo, conhece o caminho.
O Pesadelo, enorme e sem rosto,
a noite fecha — você está sozinho.
[Bridge]
Se a manhã vier, não conte vantagem;
a marca ficou no batente da porta.
Dois olhos esperam do outro lado.
A criatura sabe que você voltou.
[Final Chorus]
O Pesadelo, predador do escuro,
ão perde a trilha, não dorme, não erra.
O Pesadelo, duas caudas no vento,
quando a noite chama, ninguém se enterra.
[Outro]
Apague a luz.
Ele já entrou.
Style of Music
Portuguese horror soundtrack song, ominous cinematic darkwave with slow stalking pulse, low bowed bass and detuned piano, sparse metallic percussion, distant wordless choir textures, intimate male baritone with tense restrained delivery that grows into forceful chorus, escalating arrangement from eerie sparse intro to heavy pounding climax and abrupt chilling outro, close dry vocal against cavernous reverberant atmosphere