[Intro] No alto, a copa se move sem vento Quatro mãos apertam o silêncio por dentro
[Verse 1] Pele de cal, cabelo até o chão Dois olhos acesos furam o carvão Ela fica imóvel onde a noite se fecha Respira tão baixo que a mata não escuta
[Pre-Chorus] Galho por galho, sem partir o luar O corpo se dobra para nos alcançar
[Chorus] Tecelã, Tecelã, desce devagar Quatro braços prontos para nos enrolar Garras na casca, dentes no ar Quando ela pisca, já veio atacar
[Verse 2] Rasteja nas copas, barriga no breu Cada folha denuncia quem desapareceu O cabelo varre os ninhos do chão E uma boca pálida chama pelo nome então
[Bridge] Não corra — ela vê Não grite — ela vem No escuro, quatro mãos Fecham o mundo também
[Breakdown] Pálida fera! Olhos de brasa! Quatro braços! A mata se cala!
[Final Chorus] Tecelã, Tecelã, desce devagar Quatro braços prontos para nos enrolar Garras na casca, dentes no ar Quando ela pisca, já veio atacar
[Outro] No alto, a copa voltou a parar Mas quatro sombras continuam a olhar
Style of Music
macabre Brazilian horror metal, slow stalking groove, detuned guitars, bowed-string dissonance, cavernous drums, sparse ritual percussion, eerie female lead vocal moving from restrained verses to feral chorus, whispered doubles, sudden dynamic swells, claustrophobic dark mix with low sub rumble and sharp claw-like guitar accents