[Intro] Na praça, o sino perdeu a voz E a noite abriu seus dentes sobre nós
[Verse 1] Vi homens abrirem jaulas de ferro Soltando o fim pelas vielas Meu pai caiu junto ao portão Minha mãe chamou meu nome uma vez
Guardei cinzas dentro das mãos E um mapa queimado no coração Quando a Igreja ergueu seus ramos Eu entrei sem pedir perdão
[Pre-Chorus] Sob a Árvore Estelar Meu sangue aprendeu a não tremer Se a cidade esconde os culpados Eu vou fazê-los aparecer
[Chorus] Eu sou a Espectral, caminho sem dono Caço as feras até o último trono Pelos meus pais, pelo que foi tomado Nenhum culpado ficará ocultado Eu sou a Espectral, lâmina na névoa A verdade não dorme, a vingança me leva Se o medo fechou cada porta e janela Eu volto da noite para quebrar a cela
[Verse 2] No Projeto Arbor, sob raízes antigas Aprendi a ouvir a pedra respirar Cada monstro trazia uma marca Cada marca apontava para algum altar
A cidade vendia silêncio barato Homens de luvas rezavam por ouro Mas encontrei no couro das feras O selo perdido do conselho do templo
[Pre-Chorus] Sob a Árvore Estelar Meu rosto virou outro nome Quem semeou monstros entre nós Vai colher o que consome
[Chorus] Eu sou a Espectral, caminho sem dono Caço as feras até o último trono Pelos meus pais, pelo que foi tomado Nenhum culpado ficará ocultado Eu sou a Espectral, lâmina na névoa A verdade não dorme, a vingança me leva Se o medo fechou cada porta e janela Eu volto da noite para quebrar a cela
[Bridge] Não sou santa, não sou salvadora Sou a dívida batendo à porta Cada garra que cruzou meu caminho Me ensinou que a culpa também deixa cicatriz
E quando eu subir os degraus da Igreja Com o selo quebrado entre os dedos Os que soltaram as feras verão Que seus próprios nomes eram os monstros
[Final Chorus] Eu sou a Espectral, trovão sob a pele A cidade desperta quando a minha lâmina fere Pelos meus pais, pelo último chamado Nenhum culpado ficará perdoado Eu sou a Espectral, filha da fumaça A verdade atravessa muralhas e praça Se a Igreja plantou raízes no medo Eu corto o tronco e revelo o segredo
[Outro] Na praça, o sino recupera a voz E a noite devolve os nomes de nós Mas sigo sozinha, sem baixar a guarda Até que a última fera seja desarmada
Style of Music
cinematic dark fantasy metal, dramatic orchestral strings, massive toms, galloping drums, distorted low guitars, choir accents, tense verses building into an anthemic chorus, female lead vocal with fierce controlled delivery, intimate grief turning into battle resolve, polished wide soundtrack mix, dynamic quiet-to-heavy arrangement