(Introdução dramática com violino e violão) (Verso 1) Caminhamos pela vida em calçadas opostas Olhares que se cruzam e precisam calar O mundo nos condena, nos vira as costas Mas ninguém manda na força de um amar Atrás de portas fechadas, o tempo para E a nossa verdade não se pode ocultar (Verso 2) Teu beijo tem o gosto do fruto proibido Um pecado lindo que eu volto a cometer Se amar você é o meu pior deslize Eu nasci culpado e aceito me perder O relógio é inimigo e a madrugada avisa Que a luz do dia vai nos devolver à mentira (Refrão) É um amor proibido, guardado na sombra Que queima o peito e a alma assombra Diante dos outros, somos apenas poeira Mas entre quatro paredes, és minha vida inteira Que nos julguem, que nos chamem de loucos Pois morrer de desejo é viver aos poucos! (Solo de Trompete e Violão Requinto) (Verso 3) Culpados ou inocentes, o que importa agora? Se o teu abraço é o meu único altar Mesmo que o mundo desabe lá fora Nenhum juiz vai nos proibir de sonhar Guardamos o segredo em um cofre de vidro Onde o nosso crime é o amor mais bonito (Refrão) É um amor proibido, guardado na sombra Que queima o peito e a alma assombra Diante dos outros, somos apenas poeira Mas entre quatro paredes, és minha vida inteira Que nos julguem, que nos chamem de loucos Pois morrer de desejo é viver aos poucos! (Fim) Nosso segredo... sagrado... Até que a morte nos mude de lado. (Acorde final menor, seco e dramático os sons dos violões diminuim até sumir)
Style of Music
Bolero romântico, 60-80 BPM com andamento contido e dramático; tenor masculino desgastado, intimista e confessional; produção seca, close-mic, com diminuição gradual dos violões até um acorde final menor e abrupto; violino, violão, trompete e violão requinto, com solo de trompete e requinto após o refrão.