Na trilha do mato, o sol já se vai Katapimbaz corre, ninguém o atrai Com chapéu de palha e olhar de trovão Ele dança com o tempo, sem pedir permissão
Corre com o vento, sobe o morro sem parar Banjo na cintura, pronto pra improvisar Se a vida é estrada, ele é poeira no ar Katapimbaz não se prende, nasceu pra voar
Tem história no bolso e riso no olhar Já tocou com ciganos, já fez o mar cantar Com um passo ligeiro e alma de trovador Ele canta o que vive, sem medo ou pudor
Corre com o vento, sobe o morro sem parar Banjo na cintura, pronto pra improvisar Se a vida é estrada, ele é poeira no ar Katapimbaz não se prende, nasceu pra voar
E se a noite cair, ele acende o luar Com um solo de violino que faz o tempo parar Na roda da fogueira, todos vão escutar A lenda de um homem que nasceu pra cantar
Katapimbaz, o nome ecoa no sertão Com seu bluegrass selvagem e coração de trovão