Lyrics
Verso 1
Eis que das trevas surgiu o lamento,
De bestas imundas, de dor e tormento.
Sob céus desolados, cavalgam guerreiros,
Suas lâminas em chamas, seus corcéis altaneiros.
Mael, o valoroso, diante do açoite,
Seu nome é cantado nas brumas da noite.
Sua espada reluz, tal astro a brilhar,
O último farol na noite a findar.
Refrão
Nos campos sombrios, ergue-se a peleja,
Contra os Xulthos, a fúria se enseja.
Nas garras do abismo, a morte espreitará,
Mas Mael, o impávido, não recuará.
Verso 2
A terra rasgada em sangue e temor,
De almas perdidas, em eterno clamor.
Os demônios sussurram promessas funestas,
Mael avança, a coragem é sua festa.
Seu cavalo branco, destemido corcel,
Galopa ao encontro do cruel tropel.
Em seu peito a chama, a marca do aço,
A luta é o preço, do mundo o cansaço.
Refrão
Nos campos sombrios, ergue-se a peleja,
Contra os Xulthos, a fúria se enseja.
Nas garras do abismo, a morte espreitará,
Mas Mael, o impávido, não recuará.
Ponte
E quando os céus ruírem, o chão se partir,
Mael, o último, jamais há de sucumbir.
Pois a cruzada finda com sangue e espólio,
Seu nome será lenda em milênios de glório.
Verso 3
Os céus se fecham, o trovão brame forte,
A cada golpe, Mael desafia a morte.
A luz de sua lâmina corta a negrura,
A redenção surge em meio à tortura.
Xulthos, as sombras, clamam por vingança,
Mas Mael resiste, sua espada é esperança.
Nos ventos ecoam seus brados finais,
A lenda de Mael, a que o tempo jamais trais.
Refrão Final
Nos campos sombrios, ergue-se a peleja,
Contra os Xulthos, a fúria se enseja.
Nas garras do abismo, a morte espreitará,
Mas Mael, o impávido, não recuará.