Mergulhei no teu copo de álcool gelado numa madrugada fria de sábado me afoguei nesse teu amor amargo fiquei com o resto do café coado
tão solitário nesse teu aquário abraço o errado beijo lábios condenados sou tua carta coringa do baralho
sou uma metáfora armada com palavras mal expressadas sou o abrigo da alma perseguida por fantasmas sou o medo do olhar de enxergar as ondas do mar se aproximar
lembro daquela luz que foi desligada do teu olhar a tua estrela perdeu a vontade de pensar em como amar e fez me enganar com uma mensagem subliminar