Sol nascente Na crista das mãos Com tacto teso das palavras Acende a vida Reinventa da lava vulcânica morta o amanhecer Desenha Novas palavras férteis De Ensaios e suas constelações, carregando o prenúncio do devir Em gesto de gaivota, reinventa o voo Com os olhos espetados na magia Num outro encanto animando o devir Eis-me aqui, Ao Prenúncio do poeta!