歌詞
Colapso da vida e o céu em prantos,
enquanto uma samambaia em solavancos,
ao sabor do vento, meio aos trancos e barrancos,
acaricia meu rosto, eu deslizando em tamancos.
Seus membros se assanham e dançam para o bem que vier,
ao som de um violino, doce como os seios de minha mulher.
Lá se vai a esperança ou simplesmente a beleza
em se ser neutro, ante tamanha alteza e realeza.
Acordei e sinto os dissabores da voz de um locutor:
– Não toque seu piano já! Gritava para mim e meu amor.
Imensa sede de querer. Quem me dera ser, só ser,
a realidade de sonhos, vivendo-os todos, sem sofrer.
E, esta chuva, este violino... Depois os ter. Sim. Ter.
Ainda não sei se meus quadros, um cangaceiro,
uma negra, um candomblé, cangas e um feiticeiro,
me levam à felicidade. Ou se minha mulher,
amparo meu, me conduz à eternidade, minha mulher,
meu sonho maior, ao encontro de seres abertos, ela me quer.
Sem busca, limpos como a saudade limpa, melancólica e viva.
Filtro que soma ao saber e ilumina a mente. Sempre viva.
Quisera ser o nascimento de um amanhecer, quisera o ser,
e sem cismas ou queixumes embalar o dia até o adormecer.
Quem sabe nascer um pouco mais? Nesse meu querer.
Nascer vida e me confundir com você, todo meu querer.
Pura, meiga, latente, bela, mulher, amor meu...
Pura, meiga, latente, bela, mulher, amor meu...
Pura, meiga, latente, bela, mulher, amor meu...
音楽のスタイル
Soft Romantic Folk Song - Man’s Voice – Brazilian Accent – Violins, Acoustic Bass, Acoustic Guitars, Drummers