歌詞
Hahaha...
Da escuridão, renasce aquele que o mundo esqueceu...
O rei não morre, apenas dorme.
(Verso 1)
Eu despertei, depois de milênios selado,
Cicatrizes na alma, um poder fragmentado.
Feiticeiros tentaram, mas nenhum sobreviveu,
A cada maldição que nasce, um pedaço meu cresceu.
Olha nos meus olhos — são portais pro inferno,
Minha risada ecoa no silêncio mais eterno.
Você brinca com poder? Eu sou o preço disso,
Cada desejo tolo tem um sacrifício.
O sangue ferve, a terra chora,
O medo é o hino que o fraco entoa.
Quer ser deus? Cuidado com o que sonha,
Pois até deuses se curvam quando a sombra se ergue e domina.
(Refrão)
Da escuridão eu vim,
Rei das maldições, sem fim.
O mundo me teme, mas não entende,
O caos é a coroa que me defende.
(Yeah!)
Da escuridão eu vim,
Rasgando o tempo até o fim.
Cês rezam pra luz, mas eu sou o motivo,
Do porquê o medo ainda é vivo!
(Verso 2)
Quem controla o ódio? Eu sou o molde,
Um sorriso cruel, dentro de um corpo jovem.
Pense bem, antes de me chamar de vilão,
O que é maldade senão uma outra versão da paixão?
O selo se quebra, o mundo treme,
Meu nome é lenda, minha força é um crime.
Cada golpe é sentença, cada gesto é destruição,
Sou o início, o meio e o fim da maldição.
Vocês me chamam de monstro — eu rio disso,
Eu apenas faço o que o homem sempre quis e nunca admitiu.
A diferença entre nós? Eu não minto,
Enquanto cês escondem o pecado sob o instinto.
(Refrão)
Da escuridão eu vim,
Rei das maldições, sem fim.
O mundo me teme, mas não entende,
O caos é a coroa que me defende.
(Yeah!)
Da escuridão eu vim,
Rasgando o tempo até o fim.
Cês rezam pra luz, mas eu sou o motivo,
Do porquê o medo ainda é vivo!
(Verso 3 – Flow rápido)
Ajoelha, pequeno deus, teu trono é de areia,
Minha fúria é maré, tua fé é cadeia.
Sou a soma do ódio, do medo e da dor,
Criei infernos pra brincar de criador.
Quando eu sorrio, o céu escurece,
Cada alma caída o meu poder enriquece.
Não busco redenção, busco respeito,
Se a paz é mentira, o caos é perfeito.
(Bridge – tom místico)
Quantas almas cê queimou pra subir?
Quantas vezes mentiu pra não cair?
Eu sou o reflexo do que o homem finge não sentir,
O amor e o ódio... fundidos em mim.
(Refrão Final)
Da escuridão eu vim,
Rei das maldições, sem fim.
O mundo me teme, mas não entende,
O caos é a coroa que me defende.
(Yeah!)
Da escuridão eu vim,
Rasgando o tempo até o fim.
Cês rezam pra luz, mas eu sou o motivo,
Do porquê o medo ainda é vivo!
(Outro – voz distorcida)
O rei voltou...
E o silêncio... vai aprender a gritar meu nome.