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Em meados do século XX, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova casa, Zweig escreveu um livro ufanista cujo título é até hoje repetido: “Brasil, país do futuro”. Entretanto quando se observa a deficiência de medidas contra Tema, verifica-se que essa profecia é constatada na teoria e não desejavelmente na prática.
Dessa maneira é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a desigualdade social, mas também a inércia midiática diante desse quadro alarmante. Em primeira análise deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade social, segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade, contudo, isso não ocorre no Brasil. A partir dessa premissa, por causa da baixa operação das autoridades, pessoas mais carentes não têm informação sobre o problema, logo faz-se mister a reformulação dessa postura estatal urgente.
Ademais, a inércia midiática pode ser apontada como promotora do problema, percebe-se que a mídia expõe apenas quando tratado em termos de visibilidade e retorno financeiro. Destarte é imprescindível a atuação governamental e social para que tais empecilhos sejam superados.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar o quadro alarmante. Para tanto, o Congresso Nacional, mediante ao aumento do percentual de investimento, direcione capital que, por intermédio das escolas, promovendo palestras sobre o tema. Assim poder-se-a diminuir, em média a longo prazo, o impacto nocivo, e a profecia de Zweig será solidificada.