歌詞
(Verso 1)
Na obra o sol já raiou, começa a correria,
De capacete e prancheta, é o ritmo do dia.
Calculando as vigas, levantando pilares,
Entre poeira e concreto, surgem nossos "bailares".
(Pré-refrão)
Tem planilha atrasada, projeto pra revisão,
O cliente liga ansioso: “Cadê o minha emissão?”
Mas no meio desse caos, sempre sobra diversão,
É engenheiro no campo, vivendo de coração!
(Refrão)
Pândegas memoráveis, todo dia é uma história,
Entre o erro e o acerto, construímos a glória.
De fundação a laje, o humor é essencial,
Porque na obra a risada é ferramenta vital.
(Verso 2)
“Essa viga não passa? Quem fez o dimensionamento?”
“Foi você que aprovou!” — rindo no esquecimento.
Hora do almoço, piadas sobre a reunião,
Falando de um projeto que mudou um milhão.
(Ponte)
Se a informação atrasa, improvisamos café,
E a estrutura vira palco pra mais um “stand-up”.
No canteiro, somos artistas em meio ao caos,
Cada dia é uma peça sem script final.
(Refrão)
Pândegas memoráveis, todo dia é uma história,
Entre o erro e o acerto, construímos a glória.
De fundação a laje, o humor é essencial,
Porque em cada projeto a risada é ferramenta vital.
(Final)
Quando a noite cai, cansados, mas com prazer,
Sabemos que amanhã vai tudo acontecer.
Pândegas memoráveis, de engenheiro aprendiz,
São a alma e o sorriso do nosso serviço feliz!