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No livro "O Cidadão de Papel", o jornalista Gilberto Dimenstein denuncia a existência de uma cidadania aparente. Pode-se relacionar tal cenário ao que ocorre no Brasil, por exemplo[o tema]. Isso é causado pela insuficiência estatal e pela ausência de reflexão, fatos que perpetuam essa questão.
A princípio, de acordo com a Constituição Cidadã de 1988, todos os direitos básicos - saúde e igualdade - são assegurados a toda população. Entretanto, isso não ocorre na prática, haja vista a falta de políticas públicas efetivas para [o tema]. Essa constatação pode ser feita na medida em que há o nítido descaso do governo perante essa situação, porque não há campanhas constantes e eficazes em prol da conscientização dos indivíduos. Assim, como efeito dessa inação estatal, [argumentação] Dessa maneira, é evidenciado que os direitos supracitados são violados - como denunciou Dimenstein - e que de fato, uma parte da população tem uma cidadania aparente.
Além disso, conforme o conceito de "Banalidade do mal", abordado pela filósofa Hannah Arendt, quando uma atitude hostil é realizada constantemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Desse modo, isso evidencia a ausência de reflexão em relação (ao tema). Configurando a trivialização, que, para Arendt, dá-se quando não há reflexão sobre (o tema). Então percebe-se que o povo normalizou a falta de políticas e ações eficazes em prol do TEMA. Como consequência dessa banalização, isso acarreta a persistência dos desafios enfrentados pelos cidadãos a continuidade da invisibilidade sofrida.
Logo, o governo deve criar campanhas educativas no meio físico e no virtual. Tal ação será feita por meio da divulgação de propagandas em panfletos, televisão e nas redes sociais, como Instagram e YouTube. Essa medida tem a finalidade de instruir a nação acerca da necessidade de enxergar o TEMA findando com a negligência governamental e também com a naturalização TEMA. Dessa forma, espera-se que a realidade se distancie daquela retratada pelo jornalista.