歌詞
Em tempos antigos, junto ao mar,
Um povo nômade a vagar,
Caçavam monstros, em devoção,
Nas ondas, sua adoração.
Das águas surgia o poder,
Em ritos, força a receber,
Com runas gravadas na pedra e no chão,
Dançavam ao som da canção.
Mas a fúria do mar um dia chegou,
Tempestade e caos ele lançou,
Criaturas imensas, a devastação,
O povo em pânico, a migração.
Para o sul, a maioria partiu,
Buscando a terra, onde o mar não viu,
Enquanto poucos ficaram na mata sombria,
Abraçando a floresta, em nova harmonia.
Os Tribalistas do Mar se dividiram,
Com o tempo, novas crenças seguiram,
Os da floresta, agora a caçar,
Monstros da terra, começaram a adorar.
Novas feras, novos deuses a honrar,
Com a Escrita Tribal, continuaram a marcar,
As histórias das ondas, ainda a contar,
Mas na floresta, a força agora está.
E assim, o povo nômade se afastou,
Do mar que um dia tanto amou,
Duas linhagens, um laço a manter,
De coragem e força, a não se esquecer.