Ó grande e imponente mulher, que nasce em meio a mata virgem e pura, que se amamenta no seio da terra, que sofre e até se contorce para sobreviver do veneno da ganância que envolve seu fruto, fruto que chora o azeite puro para temperar o sofrimento dos que penam, você mulher madura que no alto da sua vitória ainda vê o fogo que arde em seus pés descalços e marcados por cicatrizes dos tempos modernos onde há busca pelo poder, e pela insensatez de alguns que te esqueceram ou que te ignoram e já não te olham mas com ternura e singeleza.