Testi
[Intro]
Antes do nome, antes do chão,
só havia o nada sem direção.
[Verse 1]
Do ventre escuro do vazio sem fim,
nasceram dois sem começo ou jardim.
Crona ergueu mundos, moldou o lugar,
Caos veio ao lado, sem mãos pra criar.
[Pre-Chorus]
Ela chamou os antigos deuses do céu,
e a vida brotou sob seu primeiro véu.
Mas dentro do peito um destino se abriu:
seu corpo em mil almas se repartiu.
[Chorus]
Crona, mãe de tudo que respira,
teu nome em cada alma ainda gira.
Caos, feito sem berço ou criação,
carrega o fim no centro da mão.
Do nada vieram, sem lei, sem perdão:
um fez nascer, outro é destruição.
[Verse 2]
Os deuses guardaram o mundo que ela deu,
mas cada partícula dela se perdeu.
Virou voz no silêncio, sopro no mar,
uma centelha em quem ousa amar.
Caos caminhava por terras sem cor,
sem pai, sem origem, sem laço ou calor.
Tudo que tocava cedia ao seu passo;
seu único reino era o próprio espaço.
[Bridge]
Irmã, ainda escuto teu pulso no pó.
Irmão, tua ruína me deixa tão só.
Se eu sou a semente, tu és o final—
dois nomes gravados no mesmo vendaval.
[Final Chorus]
Crona, mãe de tudo que respira,
teu nome em cada alma ainda gira.
Caos, feito sem berço ou criação,
carrega o fim no centro da mão.
Do nada vieram, sem lei, sem perdão:
um fez nascer, outro é destruição.
[Outro]
E o mundo sonha com a voz de Crona.
E o vazio espera por Caos.
Stile di musica
Épico sombrio em português, metal sinfônico cinematográfico com pulso lento e pesado, cordas graves e coro distante abrindo o vazio; guitarras amplas e percussão monumental entram na criação do mundo, vozes dramáticas contrastando Crona com Caos, crescendo até um refrão grandioso e trágico, encerramento abrupto e devastador; produção ampla, dinâmica e detalhada.