[Verse 1] No copo O resto do café esfriou Teu nome ficou preso no lençol A casa faz eco do que faltou E eu finjo que o peito não deu nó
[Chorus] Tá tudo no chão de sal Meu riso virou sinal Eu choro Mas volto a andar Tá tudo no chão de sal No chão de sal No chão de sal E eu tento Tento me salvar
[Verse 2] Na pia Um prato me olhando assim Tua caneca ainda mora aqui Fecho a janela O vento entra em mim E a saudade faz morada no fim
[Chorus] Tá tudo no chão de sal Meu riso virou sinal Eu choro Mas volto a andar Tá tudo no chão de sal No chão de sal No chão de sal E eu tento Tento me salvar
[Bridge] Se a noite vier me buscar Eu deixo a dor passar Porque até pedra pode arder E eu ainda vou me erguer
[Chorus] Tá tudo no chão de sal Meu riso virou sinal Eu choro Mas volto a andar Tá tudo no chão de sal No chão de sal No chão de sal E eu tento Tento me salvar
Stile di musica
Intimate Portuguese pop ballad, brushed guitar and warm piano carrying a slow sway, brushed shakers and a soft sub pulse under a close, cracked lead vocal that opens into a lifted chorus with airy harmonies and a tear-streaked melodic climb