(Verso 1) O dia nasce cedo na boleia do caminhão Café forte, fé em Deus e a mão na direção Quilômetro passando, o Brasil no retrovisor E um coração gigante cheio de amor
No rádio a conversa da turma animada É a Galera da Amizade na mesma jornada Entre frete, risada e estrada sem fim Celso Sidre vai levando a vida assim
(Pré-Refrão) Se a estrada é longa ele não liga não Porque nunca falta amigo na direção
(Refrão) Celso Sidre, caminhoneiro do Brasil Cortando estrada de norte a sul Na boleia do bruto ele vai cantar Que a amizade nunca pode acabar
Com a Galera da Amizade lado a lado Cada quilômetro vira história do passado E se a vida é estrada pra quem nasceu assim Ele pisa fundo e vai até o fim
(Verso 2) Já viu nascer o sol em mil lugares Já cruzou cidades, serras e mares Mas o que ele leva em cada lugar É amizade que não dá pra explicar
Porque quem vive na estrada entende bem Amigo de verdade vale mais que cem E quando a saudade tenta apertar A turma da amizade faz ela passar
(Refrão) Celso Sidre, caminhoneiro do Brasil Cortando estrada de norte a sul Na boleia do bruto ele vai cantar Que a amizade nunca pode acabar
(Outro) E enquanto existir estrada pra rodar Vai ter história pra contar Porque no peito de um caminhoneiro assim A amizade é o combustível até o fim.