Testi
Sessenta invernos chegando, o tempo faz celebrar,
Marisa firme na lida, da roça soube lutar.
Gilmar seguiu outros rumos, estrada, sol e escuridão,
Na vida de caminhoneiro e um grande coração.
E hoje a festa é bonita, pra esse amor que nunca cansa,
Dois corações lado a lado, escrevendo a mesma dança.
Que venha a vida inteira, com carinho e com fé,
Sessenta anos floridos, e o futuro como é.
Marisa, flor serena dos ventos do Sul profundo,
Tocou a vida na raça, enfrentando meio mundo.
O olhar cheio de esperança,
Fez da força e da coragem a sua grande aliança.
E hoje a festa é bonita, pra esse amor que nunca cansa,
Dois corações lado a lado, escrevendo a mesma dança.
Que venha a vida inteira, com carinho e com fé,
Sessenta anos floridos, e o futuro como é.
De tantos caminhos que o Gilmar percorreu com seu caminhão,
Foi parar nos braços da gaúcha que virou dona do seu coração.
Do asfalto à esperança, o destino mostrou direção,
E no encontro desses mundos nasceu uma união.
E hoje a festa é bonita, pra esse amor que nunca cansa,
Dois corações lado a lado, escrevendo a mesma dança.
Que venha a vida inteira, com carinho e com fé,
Sessenta anos floridos, e o futuro como é.
Rossano é parte dela, raiz que o tempo criou,
E ele, pai de tantos, frutos que a vida entregou:
Diego, Priscila, Laura, Camila e Natália também,
Família que abraça a vida e celebra o amor que tem.
E que a estrada siga mansa, como um céu ao entardecer,
Com saúde, paz e alegria, e vontade de viver.
Sessenta anos sorrindo, lado a lado sem fim,
Porque amar desse jeito é destino bom assim.