Testi
(Verso 1)
Gente que tece o tempo, com as mãos na lida
Que dos fios cria caminho, desenha uma vida
Num ofício sagrado, de suor e de engenho
Pra que o futuro de lã, seja o nosso aceno
(Refrão)
É gente honrada, laboriosa, que a serra moldou
Com a força do frio e o calor do amor
E onde a neve, que cobre, trás o mais belo manto
A lã que nos abraça, e nos acalenta o pranto
(Verso 2)
Do chão de granito, nascida com a geada
A alma dos nossos avós, na lã resgatada
Dos rios e das fábricas, o eco que ainda se ouve
A promessa de vida que o trabalho houve
(Refrão)
É gente honrada, laboriosa, que a serra moldou
Com a força do frio e o calor do amor
E onde a neve, que cobre, trás o mais belo manto
A lã que nos abraça, e nos acalenta o pranto
(Ponte)
E o tempo passou, e a vila cresceu
Hoje cidade madura, que o sol aqueceu
No teu colo seguro, há abrigo e esperança
Em cada ruela, uma nova lembrança
(Refrão)
É gente honrada, laboriosa, que a serra moldou
Com a força do frio e o calor do amor
E onde a neve, que cobre, trás o mais belo manto
A lã que nos abraça, e nos acalenta o pranto
(Final)
Covilhã, Cidade ternura
O teu nome é a nossa doçura
O teu passado de força
O teu futuro de cor.
Stile di musica
Guitarra Portuguesa, piano, harpa, violino