[Verso] Gabriel estava na oficina Com uma bigorna brilhando Ele olhou para a ferramenta Pensou em algo desafiador [Verso 2] Marteladas no aço ecoam Faíscas voando no ar Mãos firmes no trabalho Criações começam a brotar [Refrão] A bigorna do Gabriel Tão forte e tão leal Com ela ele vai criar Obras além do ideal [Verso 3] O suor escorre no rosto Guiado pelo sonho a cada golpe No metal desenha seu gosto Transforma o calor em arte nobre [Ponte] Lembrança do pai no olhar Um legado que não vai acabar O coração bate junto ao martelar E assim ele começa a sonhar [Refrão] A bigorna do Gabriel Tão forte e tão leal Com ela ele vai criar Obras além do ideal