Testi
Nas sombras da metrópole adormecida,
A lua cheia acende a chama esquecida.
Três guerreiros surgem, feras em fúria,
Contra vampiros em sua tirania escura.
O motociclista, rei da estrada,
Moto rugindo, alma selada.
De aço e couro é sua armadura,
Uivo de motor, sentença de bravura.
Lobos da noite, guerreiros de aço,
Em São Paulo, a luta é o laço.
Rasgando a escuridão, rasgando o ar,
Vampiros caem, a terra vai tremer, vai chorar.
O mago sombrio, mestre da mente,
Conhecimento antigo, visão pungente.
Runas brilham, palavras de poder,
Feitiços e sombras que fazem estremecer.
Cruzam becos, o medo se alastra,
Mas os lobos não param, não perdem a caça.
Cada estaca, cada mordida,
É a batalha pela liberdade perdida.
Lobos da noite, guerreiros de aço,
Em São Paulo, a luta é o laço.
Rasgando a escuridão, rasgando o ar,
Vampiros caem, a terra vai tremer, vai chorar.
O índio lutador, espírito da mata,
Raiz de guerreiro, flecha exata.
Sua pele marcada com o sangue dos ancestrais,
Combate noturno, golpes fatais.
Ele dança com o vento, prece ancestral,
Canta o lamento da luta final.
A cidade ressoa com o grito da selva,
Lobos avançam, a escuridão se revela.
Lobos da noite, guerreiros de aço,
Em São Paulo, a luta é o laço.
Rasgando a escuridã