[Verso] Nessa cidade de sonhos partidos Onde as luzes brilham mas escurecem o desejo O futuro envolve dramas não resolvidos E o amor escorre como água no azulejo [Verso 2] Os ponteiros marcam o tempo perdido No compasso desigual da desigualdade Todo futuro parece repetido Quando falta esperança e sobra vontade [Refrão] Anunciar a falta é como um grito no escuro Um eco que ressoa mas se perde na manhã A cidade dorme mas seus sonhos são duros Sombra que cega até o mais são [Ponte] No calor da batalha silenciosa Onde cada olhar esconde uma aflição A falta sussurra e sua voz é poderosa Em cada esquina uma nova geração [Verso 3] Da favela ao arranha-céu imponente A luta é a mesma por um dia melhor A realidade morde o sonho ardente E a esperança se faz nosso maior valor [Refrão] Anunciar a falta é como um grito no escuro Um eco que ressoa mas se perde na manhã A cidade dorme mas seus sonhos são duros Sombra que cega até o mais são