Deitada em uma rede Nada conseguia ver, O que existia era apenas Uma saudade do SER. Saudade inquestionável, Saudade sem comparação. Nas atitudes se via Que tudo parecia em vão. Um breve cochilo, Um aperto no peito E quando acordou o SER estava ali perto. Com um sorriso nos lábios E alegria no coração, Ela descobriu a verdadeira razão. SAUDADES DO SER... SER determinada, SER independente, SER inesperada, SER do seu jeito de viver. Como mágica O ser já não estava distante. Ela sempre foi ela Em todos os instantes. Você não via, pois não sabia O que se passava por dentro. Lamento! Ela abraçou de vez esse SER, E não troca. Seja lá quem for aparecer Viva seu jeito de SER!