Paroles
Na solidão das ruas, onde a cidade não sorri,
Eu me perco entre sombras, procurando o que eu fui.
O tempo passa lento, e os sonhos se desfazem,
Como folhas ao vento, que o outono não faz.
No silêncio das ruas, onde o mundo se esconde,
Eu vejo o reflexo do que somos, do que fomos.
Entre os ecos do passado e a luz do amanhecer,
Eu busco uma resposta, um motivo pra viver.
As noites são longas, e o vazio é profundo,
Nossos passos são ecos no labirinto do mundo.
Eu vejo rostos estranhos, em meio ao turbilhão,
Mas a saudade é a guia, e o coração é a razão.
No silêncio das ruas, onde o mundo se esconde,
Eu vejo o reflexo do que somos, do que fomos.
Entre os ecos do passado e a luz do amanhecer,
Eu busco uma resposta, um motivo pra viver.
E se o tempo não voltar, e os sonhos se perderem,
Eu guardarei as memórias, o amor que ainda vêm.
Nos momentos de silêncio, no crepúsculo da dor,
Eu encontrarei a força, no brilho do teu olhar.
No silêncio das ruas, onde o mundo se esconde,
Eu vejo o reflexo do que somos, do que fomos.
Entre os ecos do passado e a luz do amanhecer,
Eu busco uma resposta, um motivo pra viver.
E quando o dia amanhecer, e as ruas se encherem de cor,
Eu saberei que, mesmo no silêncio, ainda há amor.
Porque no fundo das ruas, e na escuridão do ser,
Há uma luz que nos guia, e um sonho pra acreditar.