Paroles
[Verse 1]
Na estrada de barro, ao cair do luar,
Raízes se ergueram sem ninguém tocar.
Entre os arbustos, no muro a trepar,
Uma fera de vinhas aprendeu a esperar.
[Chorus]
Enraizado, senhor do matagal,
Olhos amarelos no couro vegetal.
Cerca os viajantes, fecha o caminho,
E a noite os recolhe, um por um, sozinho.
[Verse 2]
Seu corpo se dobra na sebe fechada,
Folha por folha, presença apagada.
Quando a caravana se julga segura,
A cerca se move, a passagem se escura.
[Chorus]
Enraizado, senhor do matagal,
Olhos amarelos no couro vegetal.
Cerca os viajantes, fecha o caminho,
E a noite os recolhe, um por um, sozinho.
[Bridge]
Do cálice rompido, um pó venenoso,
Desce na garganta, manso e silencioso.
Sob a pele, sementes começam a andar;
Parasitas vivos vêm se alimentar.
[Final Chorus]
Enraizado, senhor do matagal,
Olhos amarelos no couro vegetal.
A sebe se fecha, ninguém vê partir;
Só novas raízes no chão a surgir.
[Outro]
Ao romper da manhã, na estrada vazia,
Uma vinha se enrosca onde alguém dormia.
Style de musique
classical gothic horror, orchestral choral song with dark theatrical storytelling, low strings and bassoons setting a stalking pulse, dissonant bowed-string swells, solemn mixed choir answering a clear lead vocal, gradual escalation into a massive choral climax, restrained dynamics between verses and chorus, cinematic acoustic recording with deep hall reverb