Tem gente que ama a mente Ama, mente Ama a gente Amargamente… ou lindamente Há quem repetitivamente, Loucamente, freneticamente Eloqüentemente Abala a gente Que nem se sente Entram na mente E de repente Não há mais “a gente” (Há lágrimas que caem… Lágrimas do meu rosto Já me doei demais, Hoje só quero o oposto…)