[Verse 1] No deserto caminhei Andei Andei Andei Sapatos apertados A pé continuei Cheguei até o mar Quase me afoguei Com o barco à deriva Sem rumo viajei
[Pre-Chorus] Foi no fundo do poço Que eu me enxerguei Vi meu próprio rosto Que eu mesma ignorei
[Chorus] Foi no fundo do poço (quase desisti) Quando a água nos olhos Me deixou refletir Eu já tive tão pouco Mas aprendi Que é do fundo do poço Que eu volto a subir
[Verse 2] Areia na garganta Sede de viver Cada dor que eu carrego Me ensinou a crescer O silêncio gritava “você vai ceder?” Mas a raiva cansada Virou força Virá dizer
[Pre-Chorus] Foi no fundo do poço Que eu me encontrei Abracei meus pedaços Que um dia rejeitei
[Chorus] Foi no fundo do poço (quase desisti) Quando a água nos olhos Me deixou refletir Eu já tive tão pouco Mas tô aqui É do fundo do poço Que eu volto a subir
[Bridge] Se eu cair de novo Sei recomeçar Caminhar descalça Até encostar no mar Se eu perder o norte Vou lembrar de mim Quem já viu o fundo Sabe onde é o fim
[Chorus] Foi no fundo do poço (quase desisti) Mas daquele escuro Vi uma luz surgir Eu já tive tão pouco Hoje eu sorri É do fundo do poço Que eu volto a subir É do fundo do poço Que eu volto a subir (hey!)
Style de musique
Cinematic Brazilian pop ballad, mid-tempo groove. Nylon-string guitar and subtle piano carry the verses; low percussion, distant toms, and warm synth pads swell into a big, sing-along chorus. Female vocals rich and intimate, opening sparse then blooming with airy harmonies and a soaring final hook.