A estrela rei nasce no mar E descansa na lagoa Mirim Neste torrão gaúcho abençoado Nosso poncho está molhado Pelas lágrimas de São Pedro Nosso chão está largado Povo entristecido, aniquilado Olhando a luz no horizonte Bem ali atrás do monte Esperando a esperança voltar Para a tristeza e abandono a abar E a vida de todos prosperar Mas não se atica para capa preta Qualquer temporal vira garoa Quando a coisa fica preta Porque nossa terra é abençoada E aqui não falta nada E por aqui termino a canção mandado um abraço de duas voltas aos mergulhões nativos, Mergulhão raiz, aquele que não anda de pantufa na frente da lareira.