Falo de amor Como de um aguardente E suas babalazas, Vale não tocar nessa nipa Para não rasgar, os sonhos em trapos de lágrimas É que, a embriaguês dessas brasas que ouço nas artérias do meu sentimento, Queima a cada tacto, se apalpado o seu nome A intensidade da ressaca Não sei descrever, Só sei que sinto, Um Pirilampar intenso do teu nome, DA tua voZ, DO teu toque, Só sei que, Me mata tão certo de saudades!