Letra
Na vastidão da savana, onde o sol queima forte,
Uma leoa majestosa, de olhar selvagem e porte.
Seu pelo dourado brilha, como o ouro do horizonte,
E os leões a seguem, num desejo que não se conta.
Ela caminha com graça, entre as acácias altas,
Causando suspiros e rugidos, nas noites estreladas.
Os leões se curvam, disputando sua atenção,
Mas a leoa segue livre, dona de seu coração.
"A Leoa da Savana", rainha sem igual,
Seu rugido ecoa forte, desafiando o vendaval.
Ela é a chama ardente, a paixão que incendeia,
Desejada por todos, mas só a liberdade a guia.
Nas margens do rio, ela bebe com elegância,
Os leões a observam, em silêncio e ânsia.
Seus olhos felinos sondam o vasto território,
E a leoa segue, sem se prender a nenhum império.
Ela não é posse de ninguém, nem troféu de caçada,
É a própria essência da savana, selvagem e alada.
Os leões rugem, mas ela segue seu destino,
A leoa da liberdade, com seu olhar divino.
"A Leoa da Savana", rainha sem igual,
Seu rugido ecoa forte, desafiando o vendaval.
Ela é a chama ardente, a paixão que incendeia,
Desejada por todos, mas só a liberdade a guia.
E quando a lua prateada se ergue no céu,
A leoa dança sob as estrelas, num ritual cruel.
Os leões a cercam, famintos e sedentos,
Mas ela se afasta, desafiando o destino incerto.
"A Leoa da Savana", rainha sem igual,
Seu rugido ecoa forte, desafiando o vendaval.
Ela é a chama ardente, a paixão que incendeia,
Desejada por todos, mas só a liberdade a guia.
E assim ela segue, entre a relva e o pôr do sol,
A leoa da savana, símbolo de força e farol.
Desejada, mas indomável, ela escreve sua história,
A rainha selvagem, na vastidão da memória.