Se ainda me achas um mártir, uma regra à exceção, Se ainda me tens como um herói sem capa, para liquidar teu vilão Por favor! Não vá chorar quando eu te negar pela terceira vez Nem vá querer provar que, por mim, dobravam teus sinos Se ainda me tens toda estima e consideração se ainda achas que em meu signo não falta coerência saiba que ainda não decorei teu hino Me faltou paciência Por favor! Não vá chorar quando eu te negar pela terceira vez Nem vá querer provar que, por mim, dobravam teus sinos Se ainda achas que vou te tirar desse lugar Que vou zerar as contas antes de partir Saiba que não estou tirando o meu da reta Nem abrindo comportas para a indiferença Por favor! Não vá chorar quando eu te negar pela terceira vez Nem vá querer provar que, por mim, dobravam teus sinos Talvez, sim talvez, eu queira dividir o trago E se tiver que quebrar tudo Posso, quem sabe, entrar na bronca. Ou não…Ou não! Mas, por favor! Não vá chorar quando eu te negar pela terceira vez Nem vá querer provar que, por mim, dobravam teus sinos.