Letra
(Verso 1)
Ouçam, ó ventos, a história que vou cantar,
De um rei dos mares, em batalhas no mar.
Sua sombra cobria as ondas, seu trono o mar,
Em sangue e glória, seu nome a ecoar.(Verso 2)
Seu olhar de aço, seus passos de trovão,
Comanda tempestades, é o dono da escuridão.
Velas negras ao vento, seu destino a cumprir,
Nas profundezas, seu império a emergir.(Refrão)
Ó rei tirano, o soberano dos mares,
Seu nome é lenda, suas vitórias são altares.
No coração das trevas, ele reinou,
Com ferro e fogo, seu império consolidou.(Verso 3)
Navios inimigos, um a um, destroçados,
Sob sua fúria, todos foram condenados.
Tesouros roubados, impérios destruídos,
Nas ondas, seus feitos jamais esquecidos.(Ponte)
E nas noites de tempestade,
Quando o mar se revolta em sua vontade,
Ouvem-se os gritos de suas conquistas,
O Soberano vive nas águas, nas névoas místicas.(Refrão)
Ó rei tirano, o soberano dos mares,
Seu nome é lenda, suas vitórias são altares.
No coração das trevas, ele reinou,
Com ferro e fogo, seu império consolidou.(Verso 4)
E agora ele dorme, no abismo profundo,
Mas seu nome ressoa em cada canto do mundo.
As ondas sussurram seus feitos e sua dor,
E na escuridão, ele ainda é o senhor.(Final)
E assim cantamos, a lenda que não morrerá,
Do rei pirata, o Soberano, que o mar sempre guardará.
Nos corações dos bravos, sua chama arderá,
E nas canções das tempestades, seu nome ecoará.