[Verso 1] No silêncio das cores escondidas Mora um mundo que ninguém mediu Olhos pousam em poeira flutuando Vêem desenho onde já caiu
Mãos que tocam o ar com cuidado Como se fosse vidro a quebrar Cada gesto um segredo guardado Cada passo uma chance de escutar
[Refrão] O som vira mar dentro do peito Vem e me leva quando deito Eu me afogo em ondas que ninguém vê Deito na beira desse arrepio Tudo é gigante Tudo é vazio E ainda assim Eu sei que é você
[Verso 2] A luz corta a pele da parede Pode ser chuva de agulhas também Rabisca mapa em rosto distraído Revela o rastro de quem vem e de quem tem
Eu converso com sombra na cortina Ela responde no balançar Entre o quadro torto e a rachadura Tem outro mundo pedindo pra entrar
[Refrão] O som vira mar dentro do peito Vem e me leva quando deito Eu me afogo em ondas que ninguém vê Deito na beira desse arrepio Tudo é gigante Tudo é vazio E ainda assim Eu sei que é você
[Ponte] E se ninguém acreditar Que o invisível quer falar Eu abro o peito Deixo escorrer Mostro esse mar pra quem quiser se ver
[Refrão] O som vira mar dentro do peito Vem e me leva quando deito Eu me afogo em ondas que ninguém vê Deito na beira desse arrepio Tudo é gigante Tudo é vazio E ainda assim Eu sei que é você
Estilo de música
Ethereal alt-pop ballad, Portuguese female vocals, soft electric piano and subtle synth pads. Intimate verse with close-mic whisper tone; chorus widens with airy harmonies, warm sub bass, and spacious reverb. Light percussion builds after first chorus with brushed snares and distant claps, then strips back in the bridge for a near a cappella moment before a final, glowing refrain.