Letra
[Intro]
Coro sussurra, eco na abóbada
Sombras dançam, açoite na sólida
Coroa quebrada, mas nunca esquecida
A maldição respira, a lenda é erguida
[Verso 1]
Sangue seca no chão, o trono espera
Nas cinzas do ódio, renasce a fera
Olhos como brasas, rugido em trovão
Carrega o fardo, a escuridão na mão
Cortei correntes, forjei minha sina
Deuses tremem ao ver minha retina
[Pré-refrão]
Muralhas caem, o coro ressoa
Meu nome gravado na rocha que ecoa
Renascido, marcado, do abismo vim
O rei das maldições, o início do fim
[Refrão]
Rei das maldições, eterno a caminhar
Coroa de espinhos, não vão me parar
Das trevas surgido, do ódio moldado
Sou o ciclo sem fim, o destino traçado
[Verso 2]
Cetro em punho, relâmpago grita
Rasgo véus, abro a ferida
O céu é vermelho, o chão é carvão
Minha voz domina, espalha a maldição
Nas florestas escuras, nos mares sem fim
Até o tempo se curva, ajoelha pra mim
[Pré-refrão]
Muralhas caem, o coro ressoa
Meu nome gravado na rocha que ecoa
Renascido, marcado, do abismo vim
O rei das maldições, o início do fim
Estilo de música
com emoção e peso, vocal, coral dramático ao fundo, rap, atmosfera mística; vocal grave e imponente, trap sombrio com batidas orquestrais