Letra
amigou eu vou te falar,
vou contar para você,
de uma baita peleia,
que eu fiz por merecê.
tava vindo para casa,
logo fui me encontrar,
com um negro macaco,
já pensei em atrolepar, ai.
na minha primeira puxada,
logo raspei a segunda,
isso foi salvação,
pro preto fia da puta.
na segunta tentativa,
vo conta o que aconteceu,
eu chamei na reta do negro,
mas o negro se escondeu.
na terceira tentativa,
foi minha ultima aposta,
botei no meio do negro,
que caiu fedendo a bosta.
voltando com a é se déis,
outra coisa aconteceu,
na calçada eu avistei,
um morfético ju deu.
ai ai o maldito se fudeu.
esse foi um dos meu dia,
logo dos mais normal,
matar a raça imunda,
obrigação do meio rural.
o meu pai me ensino,
pra fugir da logração,
garanta matar as raça,
dos judeu e dos tição.
logo amigo te falando,
para garantir sua paz,
evite fazer negócio,
logo com o tal do moraes.
ele vai te embruia,
logo sem enrolação,
essa é a consequência,
de apostar no tal do logrão.
amigo vou te falando,
vou falando sem receio,
zatarim entrou no laço,
o negro ta fazendo feio.
a muié dele amarrou,
o rebumbo de boinha,
o negrinho não resite,
a tal da xana moiadinha.
pretinho pra compreta,
veja lá que urutu,
o xandão ficou fudido,
no ku ele tomou bambu.
já não pra rebumbar,
com os amigo logo então,
toca de ficar ca muie,
mete e ver televisão.
amigo logo encerrando,
aqui já para os demais,
novamente eu reforço,
pau no ku do varte moraes.
Estilo de música
sertanejo, cururu, lourenço e lourival, tião, carreiro, old male voice, foot tapping