Letra
Lá vai o Zé, montado no cavalo baio,
Com chapéu de palha e um sorriso no balaio,
Conhecido na estrada e no campo, é o rei,
Coração de bom tamanho, pra bicho e gente também.
(Refrão)
Oh, Zé Galã, amigo do sertão,
Conhece o cantar do sabiá no alazão,
O vento nos campos, as águas do riacho,
Cuida da natureza, e seu laço é sempre baixo.
(Verso 2)
Respeita a onça que cruza o seu caminho,
Protege as árvores, conhece cada ninho,
O berrante ecoa no verde do cerrado,
Mas só pra avisar, nunca pra incomodar o gado.
(Refrão)
Oh, Zé Galã, amigo do sertão,
Conhece o cantar do sabiá no alazão,
O vento nos campos, as águas do riacho,
Cuida da natureza, e seu laço é sempre baixo.
(Ponte)
Ele diz que o campo é mais que pasto e chão,
Que a vida do mato é vida em comunhão,
Planta a semente e deixa a chuva regar,
O Zé Galã sabe que tudo vai voltar.
(Refrão)
Oh, Zé Galã, amigo do sertão,
Conhece o cantar do sabiá no alazão,
O vento nos campos, as águas do riacho,
Cuida da natureza, e seu laço é sempre baixo.
(Verso Final)
Lá vai o Zé, o galã do mato em ação,
Com os bichos e a flora no coração,
Ensina pra gente o valor da harmonia,
E que o sertão vive, é pura poesia.
(Refrão)
Oh, Zé Galã, amigo do sertão,
Conhece o cantar do sabiá no alazão,
O vento nos campos, as águas do riacho,
Cuida da natureza, e seu laço é sempre baixo.
(Final)
Esse é o Zé, que sabe de paixão,
Que a vida no campo é amor e proteção.