CACOS URNA

453

Música creada por ADAO con Suno AI

CACOS URNA
v3.5

@ADAO

CACOS URNA
v3.5

@ADAO

Letra
Cacos cerâmicos, urnas, Óssos de um povo sofrido,
Foi somente o que restou lá no estirão comprido.
Terra encharcada de sangue, e o Guarani e o Caingangue,
Ainda vivem oprimidos.
Houve um silêncio das gralhas aquietou se o Bentevi,
Ficou rubro o Ivaí com o sangue dos guerreiros.
Tal qual sabiá barranqueiro, tendo puro o coração,
Caíram no alçapão de covardes estrangeiros.
Tal qual sabiá barranqueiro, tendo puro o coração,
Caíram no alçapão de covardes estrangeiros.
A lança feita de pedra fazendo frente ao fuzil,
Quem mais amou o Brasil os campos matas e serras.
Na mais injusta das guerras, quem se contava seguro,
Deixou o seu sangue puro unir-se a seiva da terra.
Na mais injusta das guerras, quem se contava seguro,
Deixou o seu sangue puro unir se a seiva da terra.
E este rio que eu canto testemunhou tudo isso,
E eu tenho este compromisso de manter viva a memória.
E se não conto vitórias, de Guaranis e Coroados,
É que não volta o passado, para mudarmos a história.
E se não conto vitórias, de Guaranis e Coroados,
É que não volta o passado, para mudarmos a história.
Estilo de música
polca paraguaia harpa

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