Letra
(Estrofe 1)
Lá vem o Guilherme, coração sem direção,
Perdido nas nuvens de uma estranha ilusão.
Inalando sonhos que distorcem a visão,
Trata todo mundo com uma estranha afeição.
(Refrão)
"Meu amigo", ele diz, com sorriso no olhar,
Mas o que ele sente é difícil de explicar.
Nas ruas ele vaga, sempre a procurar,
Mas a paz que ele busca não consegue encontrar.
(Estrofe 2)
Samuel o observa, com olhar de admiração,
Vê a produtividade que escapa à razão.
O segredo do Guilherme? Não é de se espantar,
É o café da Clara que o faz acelerar.
(Ponte)
Clara com sua xícara, sempre a preparar,
Um elixir potente pra Guilherme trabalhar.
Mas por trás dos olhos claros, uma preocupação,
Vê o caminho escuro, sente a desolação.
(Refrão)
"Meu amigo", ele diz, com sorriso no olhar,
Mas o que ele sente é difícil de explicar.
Nas ruas ele vaga, sempre a procurar,
Mas a paz que ele busca não consegue encontrar.
(Estrofe 3)
O café pode manter, mas não pode curar,
A solidão interna que ele tenta calar.
Os amigos olham, tentando estender a mão,
Mas Guilherme afasta, preso em sua prisão.
(Refrão)
"Meu amigo", ele diz, com sorriso no olhar,
Mas o que ele sente é difícil de explicar.
Nas ruas ele vaga, sempre a procurar,
Mas a paz que ele busca não consegu