[Verso] Pó na mesa cerveja no copo Noite começa coração no topo Bebo tristeza Rio cê me entropeça Noroeste me desafia mexendo a cabeça [Verso 2] Meu nome é DANKA gordo e sem medo Dando rabo por vodka não ligo pro enredo Rivotril no sistema agressão em mim Noite vai longe só vejo o fim [Refrão] Grito no escuro não sinto mais nada Bebo desgraça na palma da mão Sou DANKA guerreiro sem farsa Bebo pó e trovão [Ponte] Quem sou eu na madrugada perdida DANKA na guerra com a vida ferida Cerveja misturada com minha solidão Palmeada no peito tapa sem perdão [Verso 3] No bar das sombras encontro meu lar Bebida me guia no calar a gritar Agresso o silêncio que dorme em mim DANKA na loucura começa o fim [Refrão] Grito no escuro não sinto mais nada Bebo desgraça na palma da mão Sou DANKA guerreiro sem farsa Bebo pó e trovão