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(Verso 1) No balcão surrado, histórias vão e vêm, Dos amores perdidos aos sonhos que se têm. Zé, o dono sábio, com seu sorriso bom, Serve doses de conselho e um copo de bourbon.(Refrão) No Bar do Zé, onde a vida é canção, O tempo desacelera e a alma se aquece. Entre copos e risadas, a emoção Se mistura ao aroma de café e prece.(Verso 2) As mesas gastas contam segredos mil, De quem busca abrigo na noite hostil. Amigos se encontram, desconhecidos também, Todos têm suas histórias, contadas além.(Ponte) E na jukebox toca uma velha canção, Que embala corações na escuridão. No Bar do Zé, não há espaço para solidão, Somente amizade e verdadeira paixão.(Refrão) No Bar do Zé, onde a vida é canção, O tempo desacelera e a alma se aquece. Entre copos e risadas, a emoção Se mistura ao aroma de café e prece.(Final) Assim segue o Bar do Zé, noite após noite, Um refúgio de paz em meio ao alvoroço. Onde a vida se encontra e o destino ajeita, No Bar do Zé, a alma sempre se endireita.