[Intro] (Sons de vento frio, galhos secos quebrando) (Sons de respiração pesada e passos lentos, esmagando folhas)
[Verse 1] A lua se esconde atrás do capuz da floresta A noite sussurra que a morte faz a festa Eles dizem para não olhar para as copas das árvores Onde a escuridão ganha vida e os galhos parecem braços gigantes Do tamanho de um pinheiro, ele observa lá do alto Um vulto negro como o carvão, preparando o salto Membros alongados que se arrastam pelo chão Seu corpo é o próprio vazio, uma terrível aparição.
[Chorus] Dois olhos brilham no escuro, chamas amarelas Ele rasga o silêncio, quebra portas e janelas Braços infinitos e bocarra colossal Duas caudas chicoteando, uma força sobrenatural Corra se puder, reze no seu leito Na calada da noite, surge O Pesadelo!
[Verse 2] Sua bocarra se abre, revelando o fim do mundo Dentes como estacas em um poço sem fundo Aqueles braços longos alcançam a sua presa Não adianta trancar a porta, ele caça com destreza Suas duas caudas longas açoitam a terra fria Arrastando os desavisados para a agonia Seus olhos brilhantes são a última visão Antes que a noite te devore sem compaixão.
[Chorus] Dois olhos brilham no escuro, chamas amarelas Ele rasga o silêncio, quebra portas e janelas Braços infinitos e bocarra colossal Duas caudas chicoteando, uma força sobrenatural Corra se puder, reze no seu leito Na calada da noite, surge O Pesadelo!
[Outro] (Sons de sussurros fantasmagóricos) Ele está perto... O tamanho de uma árvore... Sinta o frio... O Pesadelo chegou. (Grito distante abafado, corte brusco no silêncio)
Musikstyle
dark orchestral metal, creepy cinematic horror soundscape, slow heavy doom riffs, haunting synthesizers, whispery sinister male vocals, terrifying tension, ominous brass swells