(Refrão) No silêncio que invade o meu quarto Tua voz ecoou bem mais forte Eu buscava um sentido pro caos E encontrei na Tua presença a minha sorte
(Verso 1) A cidade lá fora gritava, mas eu já nem ouvia Era um vazio que nada ocupava, uma melancolia Correndo atrás de um brilho que se apaga sem razão Até que um olhar de paz cortou minha escuridão Foi num domingo sem sol, nem igreja, nem altar Um encontro que mudou o jeito de eu me olhar Tu chegaste sem barulho, como quem sempre esteve ali Desfazendo a armadura que eu mesmo construí
(Refrão) No silêncio que invade o meu quarto Tua voz ecoou bem mais forte Eu buscava um sentido pro caos E encontrei na Tua presença a minha sorte
(Verso 2) E eu que tropecei em promessas de um mundo fugaz Vi que nada se compara ao que Tua calma me faz Não é sobre perfeição, é sobre se entregar É trocar o peso do orgulho por um recomeçar Tu falaste de mim com doçura, me chamaste pelo nome E a saudade que doía de repente virou fonte Não precisa de plateia, nem de palco ou um microfone Foi só Teu abraço e o fim desse abandono
(Ponte) Tua mão no meu ombro, a tempestade se aquietou Todo medo que me prendia, um a um, Tu desatou Agora eu ando devagar, mas ando seguro Pois eu sei que Teu amor não depende do meu muro
(Refrão) No silêncio que invade o meu quarto Tua voz ecoou bem mais forte Eu buscava um sentido pro caos E encontrei na Tua presença a minha sorte
(Outro) Então que venha a noite, que venha a lonjura Teu nome é a calma depois da tempestade Encontro com Jesus, alma pura Tua paz é a minha verdade
Musikstyle
MPB, trap brasileiro, violão acústico dedilhado, 808 bass, hi-hats suaves, pads atmosféricos, voz masculina emotiva e aveludada, bateria orgânica, som de garagem, reverb natural, 78 BPM