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Sinto a névoa densa ao meu redor,
Passos ecoam, o medo é maior.
Sombras dançam na escuridão,
Um frio na espinha, perdi a razão.No beco escuro, ouço um sussurro,
O vento gelado é meu único murro.Luzes piscam, figuras aparecem,No ritmo do phonk, terrores tecem.Reflexos nos espelhos, olhos que brilham,
Criaturas espreitam, não vacilam.Corações batem forte, o pânico vem,No som do phonk, ninguém fica além.
Sombra na noite, vem me buscar,Pesadelos vivos, não dá pra escapar.O phonk do terror, pulsa no peito,
A cada batida, um novo efeito.No silêncio da noite, ouço risos distantes,No corredor vazio, passos intrigantes.O som do phonk, sombrio e profundo,Revela segredos desse outro mundo.Portas rangem, ventos sibilam,No ritmo do medo, as almas vacilam.Cada esquina escura, um novo temor,No beat do phonk, o horror é maior.Sombra na noite, vem me buscar,Pesadelos vivos, não dá pra escapar.O phonk do terror, pulsa no peito,A cada batida, um novo efeito.Luzes piscam, figuras se desfazem,Na batida do phonk, os medos se baseiam.Corações aceleram, a tensão cresce,No som do terror, o pavor permanece.No fim do beco, a escuridão espera,No ritmo do phonk, a alma desespera.O terror é real, não é só canção,No som do phonk, perdi a razão.
Sombra na noite