Charles Chaplin nos disse que a poesia é uma carta de amor, que se escrevia e se lia para um mundo exclusivo, rico em fantasia.
Que nos fazem chorar. Que nos fazem amar. Que nos fazem sorrir. Que não nos deixam mentir.
Eu digo que nosso Carlitos, artista em tudo, Valia-se das películas do cinema mudo para ler essas cartas de amor até para o surdo.
Que nos fazem chorar. Que nos fazem amar. Que nos fazem sorrir. Que não nos deixam mentir.
Os filmes de Carlitos são poemas em cenas que transmitem em sua mudez belezas amenas, ricas em sentimentos e paixões, fluindo serenas.
Os filmes de Chaplin são cartas de amor vivas. Comovem o mundo essas páginas tão exclusivas.
Que nos fazem chorar. Que nos fazem amar. Que nos fazem sorrir. Que não nos deixam mentir.
Fazendo aumentar em nós o sentido de se ser. Ser gente que ama de forma simples, sem sofrer. Vivenciando a sofisticada beleza de se dar, sem temer. Porque é dando e recebendo amor o bom de viver.
Charles Chaplin, muito obrigado por tudo. Sua grandeza e nobreza do cinema mudo. Carlitos, obrigado por tudo. Obrigado por tudo.
Suas cartas que nos fazem chorar. Que nos fazem amar. Que nos fazem sorrir. Que não nos deixam mentir. Que nos fazem chorar. Que nos fazem amar. Que nos fazem sorrir. Que não nos deixam mentir.
Musikstyle
Soft romantic jazz with bossa nova - man's voice - baritone - acoustic bass and guitar with piano and drummers