Text
Um fio do seu cabelo loiro. Nada mais não.
Permanece brilhando em minhas mãos.
Como a lembrar-me a falta do seu dedo tênue e fino
nos meus lábios, a calar-me a fala, guiando o destino.
Ou sua mão, a dirigir-me os gestos, com suave comando.
Cheio de meiguice em nossa existência, sempre amando.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Um incenso queima e flutua perfumes que envolvem
suas cerâmicas que, pacientemente, se resolvem.
Aguardam por seus toques mágicos de arte, bem culta.
Para terminar sua obra, agora madura, já quase adulta.
Nossas filhas crescem rápido e vagam em meus pensamentos.
Sôb essa pouca luz que se fantasia em aromas e sentimentos.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
A penumbra nos deixa no escuro à mercê do bom pensar.
Se essas moças não seriam também cerâmica, arte à brotar.
Anjos de barro que você escultura sozinha, caráter bom.
De mulher e mãe, escultora do meu lar e do meu coração.
Nossas filhas crescem rápido e vagam em meus pensamentos.
Sôb essa pouca luz que se fantasia em aromas e sentimentos.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
A penumbra nos deixa no escuro à mercê do bom pensar,
Se essas moças não seriam também cerâmica, arte à brotar.
Anjos de barro que você escultura sozinha, caráter bom.
De mulher e mãe, escultora do meu lar e do meu coração.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.
Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná-ná-ná-ná, Ná-ná Nádia, Naninhá.