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(Verso 1)Bebendo um vinho,
eu me perdi,
na garrafa da esperança, ali,
transparência escura, que sumiu
,marcada pelo sangue que a luta tingiu.
Lutas sem razão, mas que marcaram,
na história e no meu coração, ficaram.
Fechada e só, como eu estava, talvez esperando quem me resgatava.
(Refrão)Eu abri pra respirar,
deixei a esperança se soltar,
mais que o elixir,
uma voz de amor,mostrou o caminho, e o novo sabor.
Ah, a vida borbulhou,
num vinho que a esperança soprou.
(Verso 2)Decantar as mágoas, deixar fluir,
pra que o descanso possa existir.
Não foi só amor que dali saiu,era uma resposta, um gênio que surgiu.
Mais que um elixir, uma lição,
que se derramou no meu coração.
Além das borbulhas, eu enxerguei,a mudança que tanto esperei.
(Refrão)Eu abri pra respirar,
deixei a esperança se soltar,
mais que o elixir, uma voz de amor,mostrou o caminho, e o novo sabor.
Ah, a vida borbulhou,
num vinho que a esperança soprou.
Decantar as mágoas, deixar fluir,
pra que o descanso possa existir.
Não foi só amor que dali saiu,era uma resposta, um gênio que surgiu.
Mais que um elixir, uma lição, que se derramou no meu coração.
Além das borbulhas, eu enxerguei,a mudança que tanto esperei.
(Ponte)Um novo fôlego, uma razão,
cada gole, uma direção.