[Verse] Paulo Lumbriga solitário na escola Esquivava o Moacir com medo de esmola Zombarias cruéis ecoavam na sala No peito de Paulo uma tristeza se instala [Verse 2] Moacir Peido Atômico sempre a provocar Com risadas altas fazia Paulo chorar Tentava esconder mas não dava pra negar O sofrimento de Paulo era só aumentar [Chorus] Paulo Lumbriga aguenta firme e forte Mesmo com o mundo lhe virando a sorte Coração partido mas ainda em pé Enfrenta a vida mesmo que de ré [Verse 3] Entre olhares e sussurros Paulo caminhava Cada passo pesado como se desabava Sonhava com o dia que pudesse rir Longe das sombras do cruel Moacir [Verse 4] Mas no fundo sabia que a dor passaria Que um dia a luz em seu peito acenderia Resistindo ao escárnio e à cruel ironia Paulo Lumbriga ergueria a cabeça um dia [Chorus] Paulo Lumbriga aguenta firme e forte Mesmo com o mundo lhe virando a sorte Coração partido mas ainda em pé Enfrenta a vida mesmo que de ré